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Há mais de 20 anos trazendo movimento e qualidade de vida.
Ortopedista com atuação concentrada no quadril, procurado por pacientes da Grande Vitória, do interior do Espírito Santo e do sul da Bahia. Conduz cada caso com diagnóstico preciso e tratamento personalizado, dando prioridade ao que preserva a articulação e indicando a cirurgia quando ela é a melhor conduta para aquele caso. Duas décadas de experiência dedicadas a devolver movimento e liberdade a quem convive com dor.
Ortopedista e Cirurgião do Quadril · CRM-ES 7402 · RQE 5929
A conduta começa por entender de onde a dor vem. Exame clínico detalhado, história bem ouvida e imagens lidas com calma são o que separa um tratamento dirigido à causa de um tratamento que apenas silencia o sintoma por algum tempo.
São mais de 20 anos dedicados a uma única articulação, com prioridade para os caminhos conservadores e minimamente invasivos: medicina regenerativa, ondas de choque focais, laser de alta potência e infiltrações guiadas por imagem. Quando a cirurgia é a conduta certa, ela é indicada com a mesma clareza, no momento certo e pelo mesmo médico que acompanhou o caso desde o começo.
Tecnologia e escuta caminham juntas. Idade, rotina, nível de atividade e aquilo que você quer voltar a fazer entram na decisão, porque é disso que se trata: devolver movimento e qualidade de vida a uma pessoa, não corrigir um exame.
A agenda é reduzida por escolha. Uma consulta de quadril feita como deve ser não cabe em vinte minutos, e o consultório foi organizado em cima disso.
Quem chega aqui costuma estar em um destes três momentos.
Já passou por outros consultórios, ouviu que era a idade ou que era a coluna, seguiu a orientação e a dor continuou no mesmo lugar.
Não aceita uma conduta apresentada em uma frase. Quer saber o que está acontecendo dentro da própria articulação e por que aquele caminho foi escolhido.
Não para evitá-la a qualquer custo, mas para ter a segurança de que é mesmo a conduta certa e de que é mesmo agora.
Foi entre conviver com a dor e operar que a medicina do quadril mais avançou. Terapias biológicas, estímulo por ondas, fotobiomodulação e aplicações guiadas por imagem hoje tratam com precisão o que antes apenas se acompanhava. Cada recurso entra quando existe indicação para ele, e nenhum substitui o diagnóstico que vem antes.

Plasma rico em plaquetas e aspirado de medula óssea, colhidos do próprio paciente e aplicados dentro da articulação para modular a inflamação e preservar a função.
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Estímulo mecânico de alta energia dirigido ao ponto exato da lesão. Sem corte, sem internação, com a rotina retomada no mesmo dia.
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Fotobiomodulação aplicada no controle da dor e do processo inflamatório, em sessões conduzidas dentro do próprio consultório.
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Ácido hialurônico ou corticoide aplicados sob orientação de imagem, para que a substância chegue exatamente onde precisa chegar.
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Boa parte da dor de quadril chega rotulada como coluna ou como desgaste da idade. O ponto de partida aqui é sempre identificar a origem real do sintoma.
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Artrose, impacto femoroacetabular, lesão de labrum, bursite, tendinite e necrose da cabeça femoral. Cada uma com seu estágio, sua conduta e seu momento.
Ver em detalheQuando o tratamento conservador esgota o que tinha a oferecer, a cirurgia deixa de ser um risco e passa a ser a conduta mais segura. Nessa hora, quem opera é o mesmo médico que acompanhou o caso desde o começo: artroscopia por vídeo, artroplastia primária e revisão de prótese, inclusive nos casos complexos. E sair da consulta com a orientação de ainda não operar também é uma resposta.
Nenhuma prótese, por melhor que seja o material e por mais precisa que seja a técnica, devolve exatamente aquilo que a natureza construiu. Por isso a primeira pergunta em cada caso não é o que se pode fazer, e sim o que ainda se pode preservar.
Essa ordem define tudo o que vem depois. Qual recurso entra primeiro, quanto tempo se dá a ele, e em que ponto insistir deixa de ser prudência e passa a ser adiamento.
O compromisso é com um atendimento de excelência voltado para a causa do problema, e não apenas para o alívio do sintoma. Um diagnóstico preciso e individual é o que permite indicar o tratamento certo para cada caso, e é dele que depende o ganho de qualidade de vida que se busca no fim.
A dor no quadril raramente se explica sozinha. Ela se explica na história de quem sente: quando começou, o que a agrava, o que já foi tentado, o que ela tirou da rotina. Essa conversa é o primeiro exame, e é justamente a parte que a pressa costuma eliminar.
Depois vem o exame físico, movimento por movimento, com o tipo de manobra que nenhuma imagem substitui. E vêm as imagens, percorridas na tela junto com você, na linguagem de quem quer entender e não na de quem escreveu o laudo.
Só então se fala de conduta. Com as alternativas na mesa, o que se espera de cada uma, o que cada uma exige de você e a razão da escolha. Nenhuma decisão sai daqui sem que você saiba por que ela foi tomada.
Ortopedista e traumatologista, com vinte anos de atuação concentrada em uma única articulação. Atende na Enseada do Suá pacientes da Grande Vitória, do interior do Espírito Santo e do sul da Bahia, do adulto jovem com dor ligada ao esporte a quem quer voltar a caminhar, viajar e viver sem que a dor decida a agenda.
A formação em cirurgia do quadril foi feita em Minas Gerais, na FHEMIG, onde concluiu a residência em Ortopedia e Traumatologia e em seguida a especialização na articulação a que dedicaria a carreira inteira. De lá trouxe a convicção que orienta o consultório até hoje: preservar sempre que houver caminho para isso, e reconhecer com precisão o momento em que cada conduta, inclusive a cirúrgica, passa a ser a melhor escolha.
A mesma exigência aparece na estrutura que escolheu para atender. A APSE reúne num único endereço o consultório, os recursos de imagem e os equipamentos usados nos tratamentos, para que a investigação e a conduta aconteçam sem que o paciente precise atravessar a cidade entre uma etapa e outra.
Nem toda dúvida precisa esperar pela consulta. No perfil, cada vídeo trata de um ponto específico: o que causa a dor, o que dá para tratar sem cirurgia e em que momento a cirurgia entra na conversa.
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Um endereço só, no coração de Vitória. O consultório funciona dentro da APSE, que reúne no mesmo espaço a estrutura de exames, as imagens abertas na tela durante a consulta e as salas onde os tratamentos são realizados.

Atendimento exclusivamente particular, com agenda reduzida. Os horários disponíveis são informados pela secretaria no WhatsApp.
© OpenStreetMap








Não. A maior parte dos casos é conduzida sem cirurgia, com medicação, reabilitação, infiltração guiada, ondas de choque, laser de alta potência ou medicina regenerativa, conforme a indicação de cada caso.
A cirurgia entra quando existe indicação clara. Sair de uma consulta com a orientação de ainda não operar também é uma resposta.
É o conjunto de terapias que utilizam componentes do próprio organismo, como o plasma rico em plaquetas e o aspirado de medula óssea, aplicados dentro da articulação para modular a inflamação e favorecer a manutenção do tecido.
A indicação depende do estágio da lesão, da idade e do objetivo funcional de cada pessoa. Não é um recurso que sirva a todos os casos, e é justamente a consulta que define se ele se aplica ao seu.
São ondas acústicas de alta energia aplicadas externamente, dirigidas ao ponto exato da lesão. O estímulo mecânico atua sobre o tecido em processo inflamatório crônico, com efeito também sobre a dor.
É um procedimento feito no consultório, sem corte, sem anestesia geral e sem internação. O número de sessões é definido caso a caso, e a rotina costuma ser retomada no mesmo dia.
O laser de alta potência é utilizado no controle da dor e do processo inflamatório, por meio da fotobiomodulação dos tecidos.
Costuma ser empregado em associação a outras condutas, e não como tratamento isolado. A resposta varia conforme a condição tratada e o estágio em que ela se encontra.
Infiltração não é um recurso único. Existem substâncias e indicações diferentes, e o que determina o resultado é a escolha correta e a precisão da aplicação. Por isso ela é feita sob orientação de imagem, para chegar exatamente dentro da articulação.
A necessidade de repetição depende da substância utilizada e da condição tratada, e isso é conversado com você antes da aplicação, não depois.
É a situação mais comum entre quem chega ao consultório. Dor que não responde ao tratamento inicial costuma indicar que a causa ainda não foi identificada com precisão.
O caminho é refazer a investigação do começo: história completa, exame físico do quadril e releitura dos exames de imagem. A partir daí se escolhe o recurso adequado ao que de fato está acontecendo.
Não. Artrose é uma doença crônica e não existe hoje tratamento que devolva a cartilagem ao estado original. Quem promete isso não está sendo honesto.
O que existe é um conjunto de condutas capazes de controlar a dor e preservar a função da articulação por muito tempo. Qual delas cabe no seu caso depende do estágio da doença, da sua idade e da sua rotina.
Se você já tiver raio-x, ressonância ou tomografia do quadril, leve, inclusive os antigos. A comparação ao longo do tempo diz muito.
Se não tiver nenhum, não há problema: a consulta começa pela avaliação clínica e os exames necessários são solicitados a partir dela.
O atendimento é exclusivamente particular, em agenda reduzida. Essa é a condição que permite manter a consulta sem tempo cronometrado e o acompanhamento próximo ao longo do tratamento.
A secretária informa pelo WhatsApp os horários disponíveis e as condições da consulta.
Não. O atendimento é voltado ao público adulto e idoso, e não são realizadas perícias médicas.
A secretária informa pelo WhatsApp os horários disponíveis na agenda do Dr. Bruno Campagnoli, na APSE Ortopedia, Enseada do Suá.
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